Titanic volta às telonas em versão 3D.

Publicado 27 de abril de 2012 por nesselugar

O filme Titanic – um dos maiores sucessos das telonas – teve sua reestreia no cinema, no dia 13 de abril de 2012, em versão 3D. Em 1997, quando foi estreado, Titanic ultrapassou, pela primeira vez, a barreira do bilhão nas bilheterias de todo o mundo. O filme conta a história da jovem Rose (Kate Winslet) pertencente à alta sociedade, prestes a se casar com seu rico noivo. Mas a bordo do navio Titanic ela conhece Jack Dawson (Leonardo DiCaprio), um jovem simples e aventureiro, e se apaixona pelo rapaz. As diferenças sociais fazem com que muitos se oponham ao relacionamento que surge. Em meio ao intenso romance e à rebeldia dos dois, acontece o trágico acidente: o navio colide-se com um iceberg, naugraga completamente e causa a morte de 1.500 pessoas. O casal enfrenta essa tragédia juntos.

Quinze anos após a estreia da versão original, Titanic 3D volta aos cinemas e está em terceiro lugar na prévia das arrecadações deste final de semana, nos EUA, ficando atrás apenas de American Pie: O Reencontro e Jogos Vorazes, arrecadando US$ 21,9 milhões e ocupando a segunda posição dos filmes com maior faturamento de todos os tempos. Em primeiro lugar está o filme Avatar, dirigido pelo mesmo diretor de Titanic.

Houve apenas uma alteração na versão 3D. O diretor James Cameron foi alertado pelo astrônomo Neil deGrasse Tyson, que havia um erro em relação à posição das estrelas : “Tyson me mandou um e-mail desaforado dizendo que, naquela época do ano e naquele ponto do Atlântico em 1912, quando Rose (Kate Winslet) está deitada em um pedaço de madeira olhando para as estrelas, não são aquelas as estrelas que ela deveria estar vendo”, afirmou Cameron em entrevista recente.  O diretor pediu ao astrônomo que lhe enviasse a posição correta das estrelas naquele momento, há 100 anos. Ao receber o material, James Cameron refilmou a cena.

Os quinze anos que se passaram – do lançamento da versão original até aqui – foram suficientes para que Cameron desenvolvesse a tecnologia necessária para refazer Titanic em 3D, que com essa reestreia, continua sendo sucesso nos cinemas de todo o mundo. O diretor, em entrevista à revista Galileu, conta que o processo de conversão para o formato foi minucioso, chegando ao ponto de isolar bolha por bolha de água durante o naufrágio para trabalhar a dimensão de cada detalhe. Ele afirma também que a versão em 3D do filme Titanic amplia a experiência do original e rejeitou as críticas de que o relançamento do filme seja uma forma de faturar em cima do naufrágio do navio. “Acho que [o 3D] o torna mais imersível. Ele meio que amplia a experiência para o nível 11, em vez do 10”, diz.

Os amantes do filme que contribuíram para seu sucesso mundial poderão rever essa emocionante história, que até hoje faz com que muitas pessoas saem das salas de cinema com os olhos cheios de lágrimas.

Francieli Gomes

E-mail: francielivgomes@gmail.com

 

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Ecoturismo tem destaque em Águas da Prata

Publicado 27 de abril de 2012 por nesselugar

  Criada em 2003 pelo diretor Rafael Gomes, a Prata Expedições é uma agência que trabalha com o ecoturismo sustentável, que promove a conservação do patrimônio natural e cultural da cidade de Águas da Prata – SP. As atividades oferecidas são rapel, escalada, caminhada e vôo livre. Também são apresentadas palestras, práticas de conscientização e educação ambiental. Os roteiros são desenvolvidos para atender a todos e não é necessário possuir nenhum conhecimento das técnicas das atividades. O equipamento é fornecido e a instrução é dada no local.

Segundo Rafael,  o preço dos esportes varia de R$35,00 a R$150,00 por dia. Ele afirma ainda que nos últimos dois anos, a procura pelo ecoturismo aumentou de 60% a 80%, apesar da pouca divulgação. A idade média do público varia entre 19 e 35 anos. Os esportes mais praticados são caminhada, escalada e vôo livre. Os turistas costumam retornar de 2 a 3 vezes ao ano à Águas da Prata. Existe também um curso para guia local fornecido pela própria agência.                       

 Francieli Gomes

francielivgomes@gmail.com

…a fé que você deposita em você e só.

Publicado 15 de abril de 2012 por nesselugar

Essa vontade de chegar ao final é maior que toda força contrária que quer me impedir de conseguir o que eu quero. Hoje eu acordei com uma vontade de provar à mim mesma o quanto eu sou capaz. Não é só tentar, é tentar com a convicção de que eu vou conseguir. Os sonhos não têm valor nenhum sem a fé da realização. Há tantas coisas para serem feitas à respeito daquilo que você quer. São muitas opções, procure encontrá-las. Sempre há alguma coisa a se fazer. Mexa-se, corra atrás daquilo que você quer, pois quando estiver lá na frente, por mais difícil que tenha sido conseguir, vai valer a pena todo o esforço feito, toda a fé que você depositou em si. Acredite, só não realiza seus sonhos, quem não quer.

Não é errado. Não é certo.

Publicado 14 de abril de 2012 por nesselugar

Não é errado sentir. Errado é deixar de sentir, por pensar que nada mais vale a pena, por medo de sofrer.  Escrevo, mas não vivo o que escrevo. Escrevo pra tentar entender o que se passa aqui dentro (sé é que se passa alguma coisa). Como diz o texto de Caio Fernando de Abreu: “Desacreditei muito das pessoas e suas boas intenções”. Nem sempre isso é bom, mas também nem sempre é ruim. Assim, não há decepções. Porém, também não há emoções.

A vida nos chama constantemente e propositalmente para algo novo. Ela tem como objetivo nos testar, a cada segundo. Teoria é fácil de entender, prática é difícil de fazer. Saber ouvir conselhos tem milhares de vantagens, mas fazer o que se ouviu é essencial. Pouco valor tem as palavras se não forem seguidas de atitude.

Vivo na constante espera de algo inesperado. Ah, a espera! Tanto disse para mim mesma, para não esperar nada, e aqui estou de novo, pensando em esperar e inconscientemente esperando por algo que eu nem sei o que é. “Querer demais o que eu nem sei o que é…

Não vou deixar que coisas insignificantes me abalem. Há tanto a ser vivido, há tantos lugares nos quais eu ainda vou conhecer e há muitas pessoas que ainda chegarão. Não se importar com a opinião alheia é o primeiro passo para a conquista de si próprio. Sua paz interior depende unicamente e exclusivamente de você. Pessoas vêm e vão e você se acostuma a lidar com a presença ou ausência delas.  Entretanto, somos obrigados a conviver todos os dias de nossas vidas com nós mesmos, com nossas preocupações, com nossas chatices e manias. Ou, se escolhermos, com nossa felicidade, paz, otimismo e alegria. Portanto,  queira estar em uma presença agradável, queira estar diante de pensamentos positivos. Queira estar feliz com você mesmo. 

Publicado 16 de fevereiro de 2012 por nesselugar
Existem sentimentos que nos levam a fazer coisas inacreditáveis, inimagináveis e até, por vezes, patéticas. Colocam à prova nossas convicções, nossa capacidade de suportar a dor, a pressão e a angústia, só para deixar bem claro que somos bem maiores do que um dia achamos ser.”
(Lucas Silveira)
Publicado 15 de fevereiro de 2012 por nesselugar
Enquanto não encerramos um capítulo, não podemos partir para o próximo. Por isso é tão importante deixar certas coisas irem embora, soltar, desprender-se. As pessoas precisam entender que ninguém está jogando com cartas marcadas, às vezes ganhamos e às vezes perdemos. Não espere que devolvam algo, não espere que reconheçam seu esforço, que descubram seu gênio, que entendam seu amor. Encerrando ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida. Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era, e se transforme em quem é.
ზ Fernando Pessoa. 

Decisões.

Publicado 15 de fevereiro de 2012 por nesselugar

Todas as grandes decisões que tomei na vida foram fáceis. Dito assim, soa prepotente, mas é verdade – porque no fundo sempre soube exatamente o que queria. Não que escolher rapidamente seja uma habilidade especial. Parece mais um instinto primitivo: dizem que decidimos tudo antes mesmo de termos consciência do problema, porque nosso cérebro está preparado para fazer uma opção entre lutar ou correr, desde os tempos que nossa única preocupação era sobreviver à natureza.

O fato é que a decisão era simples, e estava tomada, por maior que fosse a questão: ter ou não ter filhos, mudar ou não de cidade, terminar ou não o namoro, continuar ou sair do trabalho. Eu sabia o que fazer. O mais difícil, angustiante e assustador sempre foi assumir a escolha. Ter coragem para dizer, em voz alta e para quem quisesse ouvir, que esta é a minha aposta. Porque, quando faço isso, estou renunciando a todas as outras opções. Disponho-me ao incerto e tenho de enfrentar as consequências, imensas ao menos na imaginação. Foi isso – e não escolher – que mais me doeu em todas aquelas grandes decisões.
Enquanto a escolha mora apenas nas ideias, permaneço no universo do “e se…”. E se eu fizesse de outro jeito? E se der errado? E se o outro caminho for melhor? E se…
É longo o caminho do “e se…”. Cheio de ilusões, de diálogos imaginários, de uma ansiosa tentativa de controlar todas as variáveis – que, é claro, não controlo. Quanto mais penso sobre um assunto, mais possibilidades surgem, mais incertezas abalam aquela primeira decisão instintiva, maior é aexpectativa de fazer a escolha perfeita. Não raro, coloco a decisão para avaliação pública, e sou abarrotada de conselhos – ainda que bem-intencionados. (E a verdade é que quase nunca quero ouvir outra opinião: preciso apenas que alguém concorde e divida comigo o peso dessa decisão).
Essas experiências me ensinaram três coisas: A primeira é confiar nos meus instintos – e me agarrar àquela decisão tomada num piscar de olhos. Tento então gastar o tempo em que pensava no “e se…” planejando como vou assumir – e bancar – a tal escolha feita. A segunda é que nunca terei plena certeza de que estou fazendo o certo: a vida é risco, e tudo que posso fazer é me esforçar para que funcione. E a terceira é que, se der tudo errado, posso mudar de ideia – até porque, quanto mais escolhas duras faço, mais fáceis são as próximas.
E, por fim, aprendi que, se há algo inspirador para minhas decisões, não são tantos conselhos queridos que recebo, mas as histórias de vida que conheço.

(Texto de Roberta Faria, editora-chefe da revista “Sorria para ser feliz agora”)