O amor que não vivemos.

Publicado 26 de novembro de 2010 por nesselugar

“Teu destino arranha o meu

Em minutos desencontrados

Uma cicatriz medonha

Desenhou-se nas horas mortas

De te esperar

Teu tempo passa

Um minuto depois do meu

E vejo

Na distância instransponível da tua vontade

Esfacelarem-se as asas do meu sonho

Secar a lágrima que obrei por ti

Sangrar a esperança…

Meu destino é um navio

Que parte do teu cais

Rumo ao nada

Enquanto um sol sem calor se levanta

Na manhã de um amor que não vivemos.”

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